sábado, 19 de fevereiro de 2011

à parte do todo.

Estou eu cruzando o Parcão, hoje, vindo pra casa, caminhando e cantando e seguindo a canção quando, do nada, um senhor barrigudo de uns 60 e poucos anos, passeando com sua cadelinha, me para e diz:
- Oi moça bonita! Toma, umas flores pra ti!
Me assusto a príncipio.
Depois, sorrio, agradeço e sigo.
Flores roxas, bonitas. Cena singela, emocionante.

Agora, a cor roxa de cinco pétalas no copo d'água colore meu ambiente com o que ainda resta de simplicidade no mundo.
Murchando - ambas - mas está aí, ainda.



Todo o ano eu fico triste e quero que o horário de verão não seja só do verão.
Vou dormir nesse sábado quente, depois de umas cervejas refrescantes, já que a noite de sexta foi de alta kilometragem e minhas pernas estão cansadas.
Boa noite.

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