domingo, 29 de agosto de 2010

amoR.

Hoje fui à redenção com as brothers pra dar uma olhada no brique e dar uma ajuda na doação de cachorros do Campus do Vale. Claro que a maioria das pessoas que vão lá querem filhotes pela melhor adaptação. Mas tudo bem, acho que os adultos estão vivendo bem no Vale. (Deixemos, isso é assunto pra outro dia.)


  Uma menina que devia ter uns cinco ou seis anos.. cabelo liso e comprido com um sorriso lindo no rosto e os olhos escuros e cheios de amor. Pegou aquela cadelinha filhote, preta e gordinha no colo de uma maneira encantadora. Acariciava, balançava e cantava pra ela como se já se conhecessem há tempos. Os pais aceitaram a adoção pacificamente. A cadelinha recebeu um nome, um abraço e dormiu em poucos instantes no colo da melhor amiga que vai ter durante toda vida. Dessa forma, a família foi embora pra sua casa portando mais um integrante que, certamente, vai receber muito amor.

Meus olhos se encheram de lágrimas ao presenciar esse momento.

Demonstração total de amor, sem timidez, sem embaraços, sem finanças. Atitude essa que só poderia vir de uma criança pura e feliz, como todas são (ou deveriam ser) por natureza. Nos dias atuais tornou-se raro vermos tanto amor por outro ser. Muito mais raro quando é interespecífico.

Concluo que podemos ter esperança pro mundo quando vejo essas crianças que ainda podem amar.

Um comentário:

  1. amor com erre maiúsculo começa devagar, mas dura mais.

    me ocorreu agora

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