quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

omAr.

A estabilidade de um coração instável atrai palavras queridas de outrora. A aceitação do conforto assusta o - aparentemente - já acostumado com isso. Em contraponto, sinto saudades.
Uma coisa que deixa a cabeça tonta, cheia de interrogações estranhas. Algumas palavras conhecidas, outras nem tanto.

Confuso, eu sei, também acho. Só sinto, e sinto muito.



Tchau, fui ver o mar.
(omar) (romã) (amor).

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

boas lonjuras, Alice.

Complicações. Um canto não completamente teu, uma divisão não completamente dividida. Insegurança real de algo que não te pertence como deveria. Uma continuação de algo aparentemente acabado. Entretanto, com muitas falhas. Mudanças virão – falo por mim.

Boa madrugada.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

então.

“A mente ociosa é o jardim do diabo”, como diz Luís Fernando Veríssimo. E faltam opções em Caxias do Sul para se ocupar o tempo ocioso. Com isso e com essa chuvinha diária, penso eu que se nessas férias eu não chegar a esse tal jardim, não chego mais nessa vida.
Entretanto, estou sabendo lidar com isso, e está bom.

Ótimo final de semana.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

03:50 AM

Madrugada que tanto me acompanha. Intensifica tudo. Aflora sentimentos e visões estranhas - ou nem tanto. A calmaria das horas escuras do dia me leva além. Vou de cá pra lá e de lá pra acolá. Fotos e momentos que meu corpo, além de minha mente, gostariam de estar. Cabeça com mil coisas, gestos e sugestões.
Madrugada de latidos, barulhos e olhares.
De música, vozes e tons.
De filmes, medos e lágrimas.
Madrugada de letras, pontos e palavras.
Sorrisos, Quintanas e Pessoas.
Madrugada de mim, comigo. E só.
Boa noite, noite de hoje; bom dia, dia de hoje.

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Combinar alguma coisa com alguéns pode ser muito difícil. Opiniões demais atrapalham uma - nem tão certa - certeza. Porém, tudo vai dar certo no final.
Fiquem bem.

o futuro de um passado bem presente.

Me sinto em casa dentro de casa, já não me sinto tão livre fora de casa, me perdi completamente quando te perdi por aqui.
Hoje eu vejo que me encontrei por tê-los encontrado lá.
Meus amigos, meus amores e meus caminhos. Meus, livre para dizer “meus”. Sem perguntas, opiniões ou reclamações, sem dúvidas.
Singelos e medrosos passos que só seguiram um desejo; em tão pouco tempo trilharam um caminho com pessoas eternas em lugares mágicos. Meu chão ainda é aqui, meu refúgio físico e espiritual. Meus maiores amores. E não deixará de ser. Entretanto, aqui já não é como um dia foi. O deslumbramento vivido fez com que alguns e alguéns ficassem na lembrança, e que boas lembranças tenho eu. Sem mágoas e nem arrependimentos. Apenas uma liberdade que trouxe a mudança que veio para o bem. Um bem que espero que dure.
E durará.
Um ano maravilhoso que se foi.
Um ano maravilhoso que virá.

"Cruzo a última cancela
Do campo pro corredor
E sinto um perfume de flor
Que brotou na primavera.
À noite, linda que era,
Banhada pelo luar
Tive ganas de chorar
Ao ver meu rancho tapera


Como é linda a liberdade
Sobre o lombo do cavalo
E ouvir o canto do galo
Anunciando a madrugada
Dormir na beira da estrada
Num sono largo e sereno
E ver que o mundo é pequeno
E que a vida não vale nada"

.papel Passando pro

Ano Novo. Caxias do Sul.. casaco na bolsa. Unhas pintadas, caras bonitas, roupas coloridas. Fumaça de porcodecostela assando em todos os cantos e roupas. Montar a complexa aparelhagem de som. Cantar. Escandalizar. (Sem motos, com microfones). Guido que bomba. Músicas desconhecidas causam stress geral. Megadavirada. TV. Escandalizar o óbvio. Quase, sim, quase, ano que vem tu consegue. Fome levemente saciada por petiscos desandados com poucos segundos de vida. Fotos. Rir. Encontros e desencontros de São Luís à Roberto Silveira. Chegada, enjôo, sono, dormir. Sem explicação. Jantar. Devorar. Acabar com. Jogar para acalmar lágrimas de crocodilo por que, de novo, faltou lugar. Comer os amendoins apostados. Idade que chega, dor que acompanha,dor, dor, tontura, tchau. Triste, sentir. Climalizar. Lavar, lavar, secar, sujar. Cansar, dormir, embora? Não. Aniversário. Meia vela com um palito e um zero. Doce. Salgado. Frango? Queijo. Açúcar. Morango. Morango. Comer, comer, beber. Gelo, bom. Chega, enfim, a flauta não-amarela, falta corda de um violão gatinho manhoso. Triste, culpa. Oi?
Meia Noite? Fogos? É. Caxias. Vencimento. Estouros. Barulhos. Nem tanto. Taças. Taças? Álcool e sem. Rosémoscatelepapapa. Forte. Fora. Planta. Outro. Outro. Esquecer a lentinha. Esquentar a lentilha. Comer a lentilha. Madeira de tempero na lentilha. Lentinha? Pé no chão da azar. Ana Maria Braga, eterno amor. Jogar. A bola cai. Corre na rua. Cuida com a Visate. Cuida. Lavar, lavar, secar, secar. Pêssegos. Convencer. Comprar. Jota Quest. Pêssegos. Embrulhar o aniversário para viagem. Embora? Não. Carona. Falta cama. Como? Onde? Acordar. Esperar. Guardar um carro que não é fácil. Difícil, difícil, muito difícil. Só um poderia. Esperar [2]. Acordar a cara cansada e alcoolizada. A carona não precisa mais. A espera em vão. O stress da espera alheia. Quem espera agüenta, quem causa a espera, não. Embrulhar o aniversário para viagem [2]. Embora [2]. Vinte pessoas, um porco, meio violão, confusões e gargalhadas.
Em suma, boa sorte, já que amanhã tem mais morangos.



Só pra quem estava presente entender.
Um ano novo em família pode ser muito muito divertido, eu garanto.